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A roupa dos padrinhos e madrinhas

Estou numa grande dúvida sobre a roupa dos homens. Com as mulheres eu já conversei e mandei e-mail solicitando que ‘reservem’ suas cores para que não tenham pares de jarros no altar. Mas e os padrinhos?

Minha ideia inicial era colocá-los de terno preto, camisa social branca e a gravata na cor (ou tom principal) da roupa da madrinha. Mas ai começaram os questionamentos e as confusões. O padrinho Fernando disse que a madrinha Erika (sua esposa) não poderia ir de vermelho, pois ele não usaria o rubro-negro no casamento.

No domingo retrasado (30/05/2010), no quadro Dança dos Famosos, do Domingão do Faustão, os homens estavam com as gravatas combinado com os vestidos das mulheres, bem como eu queria, mas… Surgiram muitas dúvidas de tonalidades e tecidos diferentes, e a menos que tudo fosse feito por costureira não ficaria igual e eu estaria dando um problema para os padrinhos e madrinhas. Tudo bem que eu estou com várias questões, mas eles não precisam se preocupar com isso né.

Bom, decidi(mos) por alugar o tradicional meio-fraque. A questão é que eu já fui em duas lojas e não achei lá essas coisas… achei estranho os tecidos e continuo com a ideia de terno preto na cabeça. Mas o Luiz não gosta mesmo da ideia. Ele não concorda por acha que, mesmo que a gente dê a gravata igual para todos os padrinhos – o que eu compraria na Primavera Gravatas – ele acha que vai ficar feio pois os ternos não estarão iguais. Como eu já fui em casamentos assim, como o do Ballilow com a Claudinha, acho que ficaria bem legal, mas, o Luiz merece que algumas vontades sejam levadas em conta e, já que ele acha melhor alugar tudo no mesmo lugar, combinamos de ir esta semana na loja que ele viu e gostou das roupas.

Padrinhos do Coração

Mais difícil do que decidir a lista de convidados é selecionar as pessoas que terão um papel importante nesta história: os padrinhos. Mais difícil ainda é quando – por falta de espaço no altar – acabamos deixando de fora pessoas importantes neste momento. Eu vivi este impasse e gostaria de pedir, aqui, desculpas aos grandes culpados de toda esta história. Gladys e Digodigo, me desculpem por terem ficado de fora do altar, mas vocês com certeza não estão fora do coração e eu nunca vou esquecer que vocês foram os maiores culpados! Além de vocês, eu incluiria a Christal, minha querida amiga que me apresentou ao meu amor (sem nem sonhar que ele um dia seria O CARA da minha vida) e logo depois se mudou para a Europa para cuidar do seu coração.

A Gladys é essa pessoinha ai da foto. Alegre, amiga, sincera, parceira… Mesmo quando está destruída por dentro, tira forças de mais fundo e se doa para as pessoas amigas. O Digodigo (também na foto) é outro amigo e parceiro para todos os momentos. Este e um casal (não-casal) gente boníssima! Amo vocês!

Apesar de ter sido a Christal que me apresentou ao Luiz, foi o Digodigo quem o aproximou do meu grupo de amigos e foi a Gladys quem um dia virou pra mim e disse: “Quem é ele? Está afinzão de você. Aproveita amiga!”. Fui aproveitar e olha no que deu!!! Estamos a 140 dias de nos tornarmos marido e mulher!

Esta foto foi tirada na quinta-feira, dia 22 de abril, na comemoração do niver da Gladys (que foi no dia 23). Fomos ao Bate Papo, na Cobal do Leblon, curtir um sertanejo universitário muito bom por sinal!

Jantar na casa de padrinhos

A minha prima tinha esquecido um óculos escuro na minha casa, no domingo. Como ela mora perto da empresa do Luiz (entre a empresa e a casa dele) eu deixei o óculos na bolsa para entregar-lhe. Este foi o motivo para, ontem à tarde, decidirmos passar na casa dela. Aproveitamos para fazer uma baguncinha.

A Erika fez um jantar muito gostoso (ai ai ai, não posso me deixar levar pelas maravilhas da ‘carne’): um arrumadinho de frango com creme de milho… hummm… estava uma delícia. Ela disse que aprendeu no programa da Ana Maria Braga, durante a sua licença maternidade.

Bom, o que era para ser uma simples entrega de óculos, se tornou uma noite super agradável. Eu, o Luiz e o tio Marquinho invadimos o apê deles. Apesar do calor, deu pra brincar muito com o Rafinha (que me chama de tia Babá). Ele tá uma graça! Com um ano e 7 meses, é uma figura. Uma criança alegre, brincalhona, educada… seu riso é contagiante! Ele adora fazer graça e olhar pra gente, rindo, esperando aplausos… rs

Lá, conversamos sobre tudo e incusive vimos as fotos do casamento e da lua-de-mel deles, há 4 anos (em novembro de 2005), e vimos sites de fotógrafos de casamento. Um dos sites/profissionais, que foi indicação de uma amiga minha tem o trabalho que eu quero para o nosso casamento. Fiquei encantada com a criatividade e qualidade do trabalho dele. Ah, aproveitei o momento para apresentar este blog a eles, que já ficou lá nos ‘favoritos’.

Uma das dicas que minha prima deu – e eu adorei – foi: lei seca um mês antes para retomar um pouco da magia e da importância da noite de núpcias. Segundo ela, não terá festa cansada que tire a emoção da noite a dois.

Por falar nisso, combinei com o Luiz: nada de gastar dinheiro com a noite de núpcias. Ela pode muito bem ser preparada (por ele) na nossa nova casa!

Resultado, cheguei em casa meia-noite e meia e, mais um dia, dormi tarde e acordei cedo. Mas, hoje, estou super disposta.